
O céu estava chaio de balões de ar quente que participavam num encontro, cá em Santarém... e o Boris ao vê-los, começou a correr, parecia que os queria apanhar... hihihi
Este site é dedicado ao cão que mais prazer e felicidade me deu enquanto o conheci e com ele vivi, bem como a maior tristeza e dor, quando teve de partir...o Boris
Hoje trago uma amostra da gulodice do Boris. Esta foto foi tirada no Domingo de Páscoa de 2006, na praia de Peniche. Se repararem eu tenho uma amêndoa de chocolate na mão e o Boris está muito sossegadinho a ver quando é que eu avanço com a mão em direcção à boca dele...pois.....porque ele não vinha buscá-la sem permissão....muito educadinho!! Reparem na pata direita dele....ía levantá-la em tom de pedido. eheheheh
Esta é a Mariana, minha filha, que foi outra apaixonada pelo Boris. Quando eu ralhava com ela e ela chorava, o Boris vinha-lhe encostar o focinho numa de: "Não chores, eu estou aqui !" e metia-se no meio de nós quando lhe parecia que eu ia dar uma palmada à Mariana. Era um espectáculo ver o Boris a proteger os meus filhos.
Fui viver com o Vitor, dono do Boris, no início de 2006. Nesta altura eu já "era" a dona do Boris também...eheheh... A área do nosso jardim permitia-lhe correr e saltar tanto quanto quisesse...e lá nenhum pássaro nem gato parava...eram os "bichos" que lhe roubavam a comida da tigela. Corria com eles todos. Havia um melro que pousava no muro da casa à espera de uma distracção dele para voar até à comida e depois lá fugie com um pedaço de ração no bico. Sim... ração...o Boris comia ração.....e de vez em quando é que lá lambia umas guloseimas. Ele era Feliz!
O Boris nasceu no dia 22 de Maio de 2002 e eu conheci-o em Julho de 2005, com 3 anos. Apaixonei-me logo por ele. O meu gosto por cães de porte grande também o permitiu, mas este era especial. Nunca tinha conhecido um cão tão meigo, tão esperto e tão brincalhão. Ele obedecia a ordens verbais como simplesmente gestuais - punho fechado, para esperar; palma da mão aberta e virada para baixo para deitar; dedo apontado a ele para sentar. O Boris era muito guloso, mas sabia comportar-se à volta de uma mesa, deitava-se perto e fingia que dormia, mas quando ouvia o raspar dos talheres nos pratos no final da refeição, era sinal de esta estar terminada e talvez houvesse alguma "guloseima" de sobra para ele. Aí ele levantava-se, nervoso de ansiedade, à espera de um ossito ou um resto de arroz ou massa. Adorava arroz e massa!! Ele não tocava no balde do lixo nem em comida ao seu alcance, sem permissão. Era um "rapazinho" muito bem educadinho.